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Teste de Paternidade 

Teste de Paternidade

O DNA é a nossa herança genética, herdada em 50% pela mãe e em 50% pelo pai. O DNA difere apenas em 1% de pessoa para pessoa, mas pegando em polimórficos (trechos bem específicos que variam de acordo com os sujeitos), é possível chegar a resultados conclusivos quanto à paternidade e maternidade do filho em questão.

O exame de DNA é feito pegando em qualquer célula existente no organismo, desde que esta possua um núcleo. É mais frequente usar-se o sangue ou a saliva, pois estas são as amostras que apresentam maior porcentagem de sucesso na análise, mas também se podem usar fios de cabelo com a raiz incluída, sêmen e pele.

Fonte: e-dna.com.br

Após a recolha das amostras, estas são "ampliadas", de forma a aumentar a quantidade de DNA presente nelas. Procede-se à análise de 13 a 19 trechos de DNA - os polimórficos - muito específicos de cada pessoa.

O que determina a informação presente no código genético é a ordem, ou sequência, em que aparecem os nucleotídeos, que são "bloquinhos" que formam as longas cadeias de DNA. Eles são formados por açúcar, fosfato e bases nitrogenadas de quatro tipos: A (adenina), C (citosina), G (guanina) e T (timina).

Fonte: dciencia.es

Concentrando-se na sequência de nucleotídeos, os cientistas procuram descobrir quantas vezes ela se repete em cada polimórfico, e comparam-na com a sequência presente no DNA do pai e da mãe.

O resultado é interpretado por um equipamento a laser, que produz uma imagem computorizada com tracinhos, semelhante à que mostramos. Para se determinarem os protegedores do filho, os tracinhos dele devem sempre corresponder aos da mãe ou aos do pai. As correspondências na imagem foram assinaladas a vermelho e, neste caso, o pai será o homem B.

Para que não haja dúvidas quanto aos resultados, eles são traduzidos por escrito, de forma acessível e objetiva, concluindo a quem pertence a paternidade do filho em questão

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